Emma Mackey é capa e recheio da edição de novembro da revista francesa Cosmopolitan. Confira abaixo a entrevista traduzida:

Emma Mackey está em toda parte! Revelada pela série Sex Education da Netflix, ela abandonou suas roupas de adolescente para impulsionar sua carreira. Em Eiffel, de Martin Bourboulon, um filme de 23 milhões de euros, ela contracena com Romain Duris. A jovem interpreta Adrienne Bourgès, o grande amor de Gustave Eiffel. Este romance impossível e apaixonado inspira no engenheiro uma obra-prima, a construção da Torre Eiffel. Uma façanha arquitetônica alcançada em tempo recorde: apenas dois anos de obra. Pensar que um homem é capaz de erguer um monumento que culmina em 324 metros, só por amor – e alguns cálculos matemáticos – é um sonho… Em 2022, Emma também estrelará Morte no Nilo, ao lado de Gal Gadot, e em um filme biográfico dedicado à famosa poetisa inglesa Emily Brontë.

Um número inglês aparece em nossa tela e uma voz cantarola do outro lado do telefone: “Olá!” Quase esquecemos que Emma Mackey fala francês. Nascida em Mans, no Sarthe, ela decidiu se mudar para a Inglaterra após terminar o ensino médio. Ela estudou na Universidade de Leeds antes de se mudar para Londres para começar sua carreira de atriz.

Seu grande reencontro com a França? Aconteceu durante as filmagens do filme Eiffel. “Fiquei feliz em voltar para participar deste projeto ambicioso. Os trajes, a decoração, a história… É uma ode à curiosidade e à construção. Foi um sonho e me senti pronta para esse filme.” Emma fala rápido ao telefone, e em sua voz você ainda pode sentir a emoção de fazer parte deste longa-metragem. “Eu não sabia nada sobre a Torre Eiffel. Fico feliz por poder fazer filmes educativos e históricos, que não existem apenas para fazer sonhar.” Esta é a força de Emma Mackey: aos 25 anos, ela escolhe seus papéis com maturidade e inteligência. “Quero fazer filmes que me desafiem, que questionem as pessoas e nos ensinem coisas. Não estou aqui para aparecer ou para me colocar em um elenco de cinco estrelas.” No entanto, seu nome se tornará imprescindível. Impulsionada pelos holofotes, sua conta no Instagram agora tem 5 milhões de seguidores e as entrevistas seguem aos montes.

Em 2019, quando a entrevistamos pela primeira vez, perguntamos a ela do que ela mais se orgulhava. Ela franziu os lábios antes de responder: “Estou tendo problemas com esse termo ‘orgulho’. Eu não gosto disso. Eu sou apenas a parte visível e hiper privilegiada. Fora das câmeras, toda uma equipe trabalha muito.” Dois anos depois, seu currículo aumentou, mas seu ego não. Em uma vida agitada, “com pouco tempo para dormir”, Emma tenta encontrar o equilíbrio: “Às vezes penso comigo mesma: ‘Mas o que você está fazendo?’ Esse trabalho nos leva a muitas coisas em um ritmo intenso. É maravilhoso, muito educativo, mas você dá muita energia e pode se tornar um teste se você não conseguir encontrar um meio-termo. Eu me distancio, me protejo, me cuido. Além de atuar, quero uma vida simples e feliz.”

“Quando penso em algumas das minhas entrevistas para a primeira temporada de Sex Education, percebo que os repórteres se divertiam muito. Eu era muito jovem e queria me sair bem, mesmo que isso significasse responder a perguntas inadequadas… Às vezes me dá vontade de deletar todas as fotos e vídeos da época.”

Falando em fotos, há muitas montagens que a deixam parecida com a superestrela australiana Margot Robbie. Em entrevista ao jornal britânico The Independent, Emma reagiu. Não, ela não quer se parecer com outra pessoa, nem ser colocada em uma caixa. Acima de tudo, ela prefere que falemos sobre sua trajetória artística do que sobre sua aparência. “Sex Education foi um presente, mas eu queria fazer muito mais. Lutei por isso e tive sorte.” Para Martin Bourboulon, o diretor de Eiffel, Emma era a atriz ideal. Nós entendemos: com seu temperamento “rock e romântico”, o papel de Adrienne Bourgès se encaixa como uma luva.

“Eu adorei interpretar essa personagem. Curiosa e aventureira, Adrienne quer ganhar a vida e viver seu fascínio por Gustave Eiffel. Na segunda parte do filme, ela parece mais reservada. Ela é uma mulher casada que enfrenta escolhas impossíveis. Mesmo sendo vítima da sociedade, ela continua forte e decide o rumo que sua vida tomar.” Emma quer desempenhar papéis que tenham substância e que se entregam a uma missão: “dar vida às mulheres do passado, daquelas de quem não falamos, ou que reduzimos a seus maridos”. Missão (já) cumprida ao interpretar Emily Brontë, autora do romance mundialmente conhecido O Morro dos Ventos Uivantes. E no futuro, por que não pegar uma caneta e ficar atrás da câmera? “Escritores e roteiristas trabalham de maneiras muito específicas, é um exercício difícil de entender, requer muita coragem. Espero chegar lá um dia.”


Fonte: Cosmopolitan França
Tradução & Adaptação: Equipe Emma Mackey Brasil

Categorias: Eiffel Entrevista

Emma Mackey concedeu uma pequena entrevista ao site francês Madame Figaro. Confira:

Ela interpreta a menina rebelde do ensino médio com tanta convicção na série Sex Education – cuja terceira temporada estreou em 17 de setembro na Netflix – que você quase esquece que Emma Mackey tem 25 anos. Por outro lado, não tínhamos dúvidas sobre o seu alcance como atriz, que enriquece no cinema com uma personagem livre, forte e independente. Em Eiffel, nos cinemas a partir de 13 de outubro, ela respira a modernidade necessária em Adrienne, uma mulher romântica e vanguardista que teria inspirado o famoso engenheiro a criar sua lendária torre. Nascida em Le Mans – pai francês, mãe britânica -, mas morando na Inglaterra há sete anos, a atriz faz sua primeira incursão no cinema francês com este blockbuster. Certamente não o último.

Você esperava atuar em um filme francês?

Claro, este país é metade de mim! Mas vibrei especialmente por essa história, por esse amor impossível e por minha personagem, que vemos crescer e evoluir. Mas também era preciso corresponder à ambição do projeto e ao que ele implica.

Por exemplo?

Com um filme dessa magnitude, o foco está no que você faz e diz. E embora me expressar por meio de uma personagem não me assuste, falar em meu nome não é tão fácil.

Como surgiu sua vocação para atriz?

Quando criança, eu era bem discreta na escola, mas em casa fazia um show para a família. Minha família do lado inglês, amava arte: líamos em inglês, ouvíamos BBC, minha mãe e meus avós faziam teatro amador… Eu amava Emma Thompson, a quem devo meu primeiro nome, e na França onde morei, via a Inglaterra como um paraíso, através de um filtro rosa. Quando me mudei para lá para estudar literatura na Universidade de Leeds, conheci pessoas que buscavam uma carreira como ator e as segui até Londres. Meu professor então me recomendou ao meu agente, que me inscreveu para castings. Depois de seis meses, Sex Education chegou.

Como a série mudou sua vida?

Em tudo, mas só percebi recentemente. Finalmente tive tempo de me acalmar e tudo voltou para mim como um bumerangue, principalmente a ansiedade. Mesmo que eu ame essa série, eu fiquei com medo de ser associada apenas à minha personagem, Maeve, e que me ofereceriam apenas papéis de adolescente. Eu estava errada.

Quais são suas aspirações hoje?

Quando eu tiver mais experiência, gostaria de levar um projeto do início ao fim. Escrever e dirigir é ter controle sobre o que você quer contar. Eu aspiro a outros papéis tão fortes como Maeve, Adrienne ou Emily Brontë, que interpretei no próximo filme biográfico de Frances O’Connor. Não quero papéis femininos que existam apenas por intermédio de outros.

As diretoras francesas inspiram você?

Sim. Maïwenn, cuja busca pela verdade eu admiro.

E você pretende voltar a morar na França?

Com certeza. No momento, é muito melhor para mim estar em um continente só. De qualquer forma, eu tenho projetos de filmes por aqui.


Fonte: Madame Figaro
Tradução & Adaptação: Equipe Emma Mackey Brasil

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10 de outubro de 2021
Post publicado por equipe embr

Emma Mackey compareceu à premiere de Eiffel realizada neste final de semana em Paris. No sábado, 9, o evento aconteceu no primeiro andar da Torre Eiffel com um coquetel sendo servido durante o pôr do sol e exibição do filme no início da noite para os convidados. Hoje, 10, o evento foi realizado no Le Grand Rex, considerado o maior cinema de Paris. A atriz posou para fotos com seu colega de elenco Romain Duris, com a produtora Vanessa Van Zuylen e com o diretor Martin Bourboulon. Confira todas as fotos e vídeos abaixo:

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Em conversa com a revista Elle, Emma Mackey falou sobre o romance de Maeve e Otis, sua relação incômoda com as redes sociais e como ela espera que a Maeve se desenvolva em uma possível quarta temporada. Contém spoilers.

“Nunca fui boa em fazer apenas uma coisa ”, admite Emma Mackey. Talvez isso – o fato de sua própria inquietação – seja o que torna esse tipo de entrevista publicitária um desafio para a atriz de 25 anos. Certamente ela adora falar sobre Maeve, seu papel na comédia adolescente Sex Education da Netflix, mas ela está constantemente afastando o medo de que ficará para sempre marcada como Maeve. É o trabalho que a tornou a estrela tão procurada que é hoje, mas também é um trabalho que ela quer, algum dia, desapegar e crescer. Essa agitação não é exatamente um novo traço de personalidade de Mackey; antes de conseguir Sex Ed, ela foi uma estudante na Universidade de Leeds, onde estudou inglês e literatura. E francês. E as leis.

“Atuar, nesse aspecto, é ótimo porque você pode fazer o papel de uma médica por três meses e depois de uma escritora pelos próximos três”, diz ela. “É uma coisa linda para alguém com um cérebro como o meu.”

A atriz é protagonista de dois grandes filmes, Morte no Nilo e Emily, mas hoje, ainda estamos falando sobre Maeve. Tudo, em última análise, remonta a Maeve, o primeiro papel recorrente de Mackey na TV e uma das figuras mais fascinantes na nova temporada de Sex Education, que estreou na sexta-feira. Maeve é o tipo de papel que as atrizes desejam: ela é o interesse amoroso cujas cenas mais cativantes acontecem fora da órbita de seus romances. Corajosa, intelectual e uma amiga profundamente leal, Maeve nutre uma perspectiva revolucionária sobre sexo dentro da atmosfera antiquada do Colégio Moordale. São suas ideias – não sua aparência de Margot Robbie – que a unem pela primeira vez ao peculiar protagonista de Asa Butterfield, Otis.

Ironicamente, é sua performance como Maeve que prova que Mackey tem o talento de atuação para, eventualmente, deixar Maeve para trás. A 3ª temporada, em particular, é um terreno fértil para o desenvolvimento de Maeve e Mackey, uma ascensão dupla que é tão divertida quanto significativa de assistir.

Quando você assinou pela primeira vez para Sex Education, você tinha alguma ideia de que seria esse grande sucesso que é hoje?

Eu não tinha ideia. Eu não tinha certeza se faria a série. Eu nunca tinha feito [uma série de TV] antes, então foi muito significativo. Felizmente, foi tratado muito bem e foi editado e lançado muito bem. Isso acabou elevando as coisas. Outros projetos agora, fico tipo, ‘Por que isso não é como Sex Ed?’

Se você não tinha tanta certeza no início, o que a fez decidir pegar o papel?

Esse papel foi um presente; Eu realmente não poderia recusar. Acho que todas as dúvidas que eu tinha eram mais sobre meus nervos, meu próprio tipo de pudor que eu poderia ter tido na época, ser nova e não saber o que era certo para mim.

Mesmo assim, eu não tinha lido todo o roteiro. Eu tinha lido apenas alguns [episódios], mas me senti muito protetora com ela [enquanto eu lia]. Em um ponto, eu disse, ‘Talvez eu gostaria de interpretá-la, porque eu acho que ela é muito especial’.

Muitas séries tentam dizer algo importante sobre sexo, mas Sex Education é inovadora de uma maneira que a maioria das séries sonham. Se você pudesse identificar essa magia que Sex Ed tem, o que você acha que seria?

Por ser uma espécie de mundo estilizado e acentuado, acho que os escritores são capazes de criar e explorar tópicos que de outra forma não seriam possíveis. Por estarmos nessa bolha muito específica, os personagens têm espaço para ganhar vida.

[A série] também tenta se encaixar em tantas coisas que você está fadado a se reconhecer em algum momento. Mesmo em um nível prático e educacional, eu acho que [a série] está tranquilizando muitas pessoas, fazendo essas pessoas chegar a um acordo com coisas que elas realmente não se permitiram enfrentar. Isso faz com que as pessoas realmente dêem um passo para trás e pensem: ‘Que porra é essa? Oh meu Deus. Isso aconteceu comigo.’ Ou: ‘Oh, eu era assim. É por isso.’ Ajuda as pessoas a realmente conectar os pontos, o que é formidável.

Na 3ª temporada, abrimos com Maeve em um lugar particularmente desafiador. Sua mãe se recusa a falar com ela. Ela não ouviu a mensagem de voz de Otis, então eles estão em uma posição desconfortável. Ela talvez tenha uma queda por Isaac. Qual foi a dinâmica mais interessante para você explorar?

Acho que o que foi realmente interessante de explorar – também porque eu amo [Anne-Marie Duff, que interpreta Erin Wiley] – todas as coisas com a mãe [de Maeve] são muito importantes para mim. Adiciona real profundidade e autenticidade a Maeve. A vida familiar de cada um alimenta e nutre quem eles são e por que agem da maneira como agem na escola e até mesmo como poderiam ser com sua sexualidade. Isso é por causa de seus pais? Sinceramente, são tantos pontos que se conectam que é meio estonteante.

Há uma cena íntima entre Maeve e Isaac nessa temporada. Estou curiosa para saber como você e George Robinson trabalharam juntos para traduzir esse conforto, essa facilidade.

Não é realmente uma coisa forçada, e essa é a magia do elenco. É por isso que fazemos leituras de química, e é por isso que [a diretora de elenco Lauren Evans] é um gênio, porque ela nos colocou todos juntos. Então, tudo está sendo feito para nós.

Houve muitas idas e vindas nas cenas de intimidade. É sempre muito importante transmitir as mensagens certas, para garantir que sejam feitas de uma forma que leve em consideração onde os personagens estão e quem eles são. Eu queria ser uma amiga para [George] e ter certeza de que ele se sentia seguro e que era ouvido. Ele foi tão gentil, generoso e paciente comigo. Sim, ele é um menino e amigo adorável.

Mas, novamente, temos sorte, porque [todos os membros do elenco] geralmente se dão bem. É um pouco louco. É incrível ter um conjunto de pessoas na casa dos vinte anos, que se dão tão bem e que se vêem fora do trabalho e que cultivam e alimentam essas amizades fora do trabalho. Eu acho isso muito importante. Essa é a principal lição desse trabalho que eu amo.

Você e Asa Butterfield, como Maeve e Otis, tiveram um arco realmente interessante ao longo dessa temporada. Os dois personagens dançaram em torno um do outro por quase três temporadas inteiras, e então, finalmente, temos esse beijo importante e eles estão finalmente juntos! Então Maeve tem que partir para os Estados Unidos. Por que você acha que esses dois personagens continuam se desencontrando? Você acha que eles têm futuro?

Eu sempre vi isso como – é uma questão de tempo. O que costuma acontecer, não é? Acho que os dois são muito bons em comunicar como se sentem, Otis talvez mais do que Maeve. Mas realmente, eles precisavam crescer e descobrir por si mesmos.

Além disso, todo o seu mundo não gira em torno um do outro. Ambos têm vida em casa. Eles não são satélites em torno um do outro. Acho que é importante mostrar que cada um tem sua vida. Se for o momento certo, vai acontecer, e acho que foi isso que conquistamos nessa temporada.

Qual parte da terceira temporada é a sua favorita, mesmo que não envolva Maeve?

Eu estava ansiosa para ver o relacionamento de Cal (Dua Saleh) e Jackson (Kedar Williams-Stirling) evoluir – eu realmente gosto da dinâmica deles. Além disso, sinto que [todos os membros do elenco] se tornaram mais fundamentados. Todo mundo está em um nível em que temos uma base sólida, e agora podemos brincar com isso e tornar tudo mais natural.

Você mencionou várias vezes em entrevistas que tem um desconforto geral em torno da ideia de celebridade. Você ficou mais à vontade com seus seguidores? Ou ainda é chocante ser considerada uma figura pública?

Eu realmente não me importo. Eu realmente não me importo muito com isso, e não quero sugar cada grama de energia que tenho. Acho que é por isso que falei de forma tão veemente sobre o Instagram e as redes sociais e tudo isso, porque acho que não tem relação com quem eu sou. Eu realmente não vejo por que [o mundo deveria seguir] alguém como eu, que só quer uma vida simples – o que é hilário porque eu realmente não acho que escolhi o emprego certo para isso. [Risos]

Tenho certeza que [a atenção] pode trazer alguns benefícios para algumas pessoas, mas não acho que funcione para mim. Isso me traz uma enorme ansiedade e desconforto. Tenho muita sorte em fazer meu trabalho e sei que agora faz parte do trabalho fazer esse tipo de coisa, mas não precisa ser. Eu quero ser capaz de fazer uma escolha sobre esse assunto.

Você também expressou seu desejo de explorar uma vida fora da atuação. Esse ainda é o caso? Você se vê como uma roteirista ou alguém por trás das câmeras?

Sim, e acho que essas mudanças acontecerão naturalmente. Estou muito feliz no meu trabalho e adoro o meu trabalho quando estou nele. Eu sinto que quando estou no set, estou no meu elemento, e isso me traz muita alegria. Então, não vou parar de atuar agora. Gosto da ideia de ser pau para toda obra. E porque não? Por que não dirigir?

A terceira temporada termina com Maeve saindo para estudar no exterior, nos Estados Unidos. Estou curiosa para saber o que você quer que Maeve tire dessa experiência. Se a 4ª temporada acontecer, como você quer que ela mude?

Estou animada para ela fazer novos amigos, se abrir um pouco mais e ser exposta a uma cultura diferente, a um tipo de mundo diferente. Porque ela só viveu em sua pequena bolha. Como ela é fora dessa bolha?

Seria muito bom vê-la realmente vivendo seu sonho. O que isso faz a uma pessoa e como isso muda você? Que tipo de felicidade isso te dá? E todas as angústias de estar longe de casa. Se a quarta temporada acontecer, será uma coisa adorável de testemunhar.

Finalmente, o que a série e essa experiência lhe ensinaram sobre sexo em nossa cultura mais ampla? Você acha que sua perspectiva mudou desde que começou a trabalhar em Sex Ed?

Quero dizer, é claro. Acho que esse é o ponto, não é? Eu acho que a principal conclusão é que [a série] não é prescritiva, e espero que as pessoas não vejam isso como, ‘Oh, é assim que [sexo] deve ser.’ Essa é uma história que estamos contando, e esses são os personagens que temos para oferecer a você. Faça com eles o que quiser, mas vá em frente e discuta todos esses tópicos. Mesmo que você ainda não esteja pronto [para fazer sexo], saiba que criamos essa pequena bolha para você mergulhar, se sentir seguro e tranquilo.

A terceira temporada de Sex Education já está disponível na Netflix.


Fonte: Elle
Tradução & Adaptação: Equipe Emma Mackey Brasil



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