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Eiffel, filme francês estrelado por Emma Mackey e Romain Duris fará sua estreia no cinema francês em maio e como forma de divulgação a revista francesa Première dedicou a nova edição para o longa com novas fotos do filme e também entrevistas com o elenco. Confira abaixa a tradução da entrevista da Emma e as fotos em nossa galeria:

Se Eiffel leva o nome do criador da famosa torre, este filme se apoia em dois pilares: Gustave Eiffel e Adrienne. O engenheiro e o amor de sua vida, que o destino recolocou em seu caminho vinte anos depois de um término do qual ele nunca se recuperou. Basta uma cena, ou mesmo uma simples tomada, para entender o talento que a atriz que interpreta Adrienne entrega nesse papel, nessa dupla e nesse filme. Seu rosto é mundialmente famoso, mas Eiffel trará outra coisa para Emma Mackey: o reconhecimento do cinema francês e uma verdadeira metamorfose.

Do estilo punk com piercings e cabelo rosa em Sex Education à uma jovem de boa família vinda de Bordeaux com um francês perfeito. Ambas, no entanto, compartilham uma coisa em comum: um temperamento rebelde, um desejo de sair da caixa ou mesmo explodi-las.

“A proposta para esse filme veio na hora certa”, diz Emma Mackey alegremente ao telefone durante as gravações da terceira temporada de Sex Education. “Meu desejo pelo cinema francês estava cada vez mais forte. E como poderia ser mais francês do que um filme da torre Eiffel?”

Nativa de Le Mans, França (pai francês, mãe inglesa) passou a maior parte de sua vida lá. Mas é de fato através do Canal da Mancha que seu desejo de se tornar atriz se concretizou. “Quando criança, eu cresci assistindo filmes, séries, peças de teatro. Um dos meus avôs fazia teatro e uma vez por ano ele me levava para ver um musical. Eu adorava… mas sem pensar que um dia poderia fazer parte daquele mundo.” Mas na adolescência, tudo mudou. “Tudo começou com a ideia de que eu deveria deixar Sablé-sur-Sarthe para estudar literatura, para mergulhar na parte britânica da minha cultura.” A atriz foi para a Universidade de Leeds onde, paralelamente aos seus estudos de literatura clássica, teve as primeiras aulas de interpretação. “E lá, encontro pessoas que me fazem entender que este trabalho poderia ser para mim. Um professor teve uma influência decisiva no meu aprendizado e nas portas que abriram para mim”.

É graças a esse professor que ela encontrou um agente. Muito rapidamente, depois de um punhado de testes mal sucedidos, ela conseguiu o papel de Maeve Wiley em Sex Education. “Honestamente, eu não achei que tivesse uma chance. Eu era o oposto do papel na minha idade e na minha aparência. Eu estava indo para este casting para aprender.”

No processo, Emma Mackey recebe muitos papéis de personagens como Maeve, os quais ela recusa. “Lógico, ninguém me conhecia. Você poderia acreditar que eu era aquela personagem.” É da produtora francesa Vanessa van Zuylen que sairá a proposta com a qual ela sonhou. “Eu queria me reconectar com a minha parte francesa. E o que poderia ser melhor do que esse intenso papel de uma mulher que é curiosa e ávida pela vida?” Sua primeira experiência em francês. “No início, fiquei apreensiva. Depois de três anos em imersão na Inglaterra, me perguntei se ainda sabia falar francês perfeitamente. Como na minha cabeça, a garotinha da série da Netflix que caiu no meio dessas pessoas que tem feito filmes há anos tinha que provar alguma coisa. Mas esse medo rapidamente desapareceu. A única coisa é que a musicalidade é diferente. Para quem tende a falar vitem, eu tenho que gastar mais tempo quando falo em francês.”

Este ano será um ano e tanto para a carreira de Emma Mackey, porque além de Eiffel, ela estará na terceira temporada de Sex Education e também no filme Morte no Nilo de Kenneth Branagh [que foi adiado para fevereiro de 2022). Agora, ela está se preparando para se tornar Emily Brontë no filme Emily de Frances O’Connor. Sua ascensão ao estrelato apenas começou. “Essa menina é a semente de uma Meryl Streep”, garante Vanessa van Zuylen. Compartilhamos totalmente de sua intuição.


Fonte: Première Magazine
Tradução & Adaptação: Equipe Emma Mackey Brasil

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Com a estreia de The Winter Lake em formato digital na semana passada, Emma Mackey concedeu uma entrevista como forma de divulgação do filme para o site Evening Standard. A atriz respondeu perguntas referentes ao que ela mais gosta em Londres. Confira:

Casa é…

Sou do sul de Londres e sempre serei mas acabei de me mudar para a área de Camden.

Onde você fica em Londres?

Eu prefiro o Airbnb ou ficar na casa de amigos, mas passei uma noite na Artist Residence em Pimlico ano passado, que foi adorável.

Em quais lojas você confia?

Adoro Brixton Village e o mercado de plantas, comida e bebida, gravuras e vinil. Estou ansiosa para conhecer Londres novamente após o encerramento do lockdown – tenho muito mais para explorar.

Qual foi a melhor refeição que você já comeu?

Vanilla Black, que infelizmente fechou; tinha a comida vegana e o vinho mais incríveis. Eu também recomendaria Eldr na Pantechnicon – fui lá com minha melhor amiga um pouco antes do lockdown e foi incrível.

Onde você recomendaria para um primeiro encontro?

Uma caminhada ao redor do Borough Market e depois ao longo do Tâmisa até South Bank, adoro esse lugar. Então você pode pegar uma bebida no Gordon’s Wine Bar em Embankment – não há sinal de telefone, pois é subterrâneo, então é um ótimo lugar para ter uma conversa adequada.

O londrino mais icônico?

David Bowie. Também minha amiga Cesca, também conhecida como Lil C.

Qual é o seu segredo de Londres?

Se eu te contar, meio que frustra o sentido de que seja um segredo. Porém, La Bodega Negra no Soho é um lugar bacana para tomar um drink. Você não ouviu isso de mim.

O que você está fazendo no momento para o trabalho?

Estou terminando a terceira temporada de Sex Education e começando a me preparar para o próximo filme que vou fazer, chamado Emily.

Se você pudesse comprar qualquer prédio em Londres e morar lá, qual seria?

Há um loteamento secreto no sudeste de Londres que tem as mais incríveis vistas panorâmicas da cidade. Eu provavelmente compraria um pequeno pedaço de terra bem no topo da colina e moraria feliz em um galpão ou em uma casa minúscula que eu mesmo faria. Alternativamente, talvez o V&A. A biblioteca de lá é um dos meus lugares favoritos.

O que você coleciona?

Plantas. Tenho oito até agora em meu pequeno apartamento, mas estou muito animada para aumentar minha coleção. Também meus livros, vinil e especiarias, se isso contar.

Qual é a sua obra de arte favorita em Londres?

Acho impossível ter um favorito de qualquer coisa, mas lembro-me de ir à Tate Britain há alguns anos e ver Carnation, Lily, Lily, Rose de John Singer Sargent pela primeira vez e ficar ali parada olhando para ele por muito tempo. Achei muito calmante.

Qual foi a última coisa que você pesquisou no Google?

Requisitos de viagem para a França, tentando planejar quando voltar para lá. Tenho saudades do meu parceiro e do meu país de origem!


Fonte: Evening Standard
Tradução & Adaptação: Equipe Emma Mackey Brasil

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O The Hollywood Reporter divulgou sua lista anual de talentos da próxima geração. Emma Mackey está entre as 20 estrelas em ascensão selecionadas pelo site e concedeu uma pequena entrevista. Confira:

Adoraria estrelar um remake de… “Thelma and Louise. E também Who’s Afraid of Virginia Woolf.”

Minha série guilty pleasure é… “Acabei de assistir Brooklyn Nine-Nine e achei muito reconfortante.”

A pessoa com quem eu tenho muita vontade de trabalhar… “Acho que teria que ser uma diretora. Alguém como Ava DuVernay.”

Se eu não fosse atriz, eu seria… “Quando eu era mais jovem, queria trabalhar na ONU, então acho que estaria em algum tipo de ONG tentando ser um pouco mais humanitária.”

Espero não ser sempre escalada como… “A garota punk.”

Personagem com quem mais me identifiquei quando criança… “Eu era obcecada por Harry Potter, como muitas pessoas, e tentava imitar Hermione quando eu era mais jovem. E agora, quando assisto de novo, penso, ‘Deus, ela é tão irritante.'”

A pessoa que mais tem me impressionado… “Phoebe Waller-Bridge e Greta Gerwig.”


Fonte: The Hollywood Reporter
Tradução & Adaptação: Emma Mackey Brasil

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Emma Mackey concedeu uma entrevista para o site Condé Nast Traveller para falar sobre viagens, lugares preferidos e mais. Confira:

Onde foi o último lugar que você visitou?

Córsega. Fiquei na França durante a pandemia – sou metade francesa e meus pais vivem no campo aqui; é onde nasci e fui criada, por isso tive permissão legal para viajar para a ilha. Assim que cheguei, senti uma força encorajadora vindo do solo. É rochoso, com praias deslumbrantes, e os habitantes locais são extremamente orgulhosos de suas terras, então eles realmente as protegem.

Como foi passar o lockdown na França?

Ótimo. Originalmente, eu deveria ficar em Paris apenas por três dias em março, mas tive a infelicidade de ter minha bolsa roubada, com meu passaporte e tudo dentro dela. Então o lockdown foi anunciado e eu permaneci no país. Era para ser – eu não passava tanto tempo assim com meus pais ou em casa por um longo período.

Onde no mundo você se sentiu mais feliz?

Quando eu tinha cerca de 14 ou 15 anos, fui ao acampamento de escoteiros na região de Provence-Alpes-Côte d’Azur, logo abaixo de Gap, onde fazíamos caminhadas pelas montanhas. Eu fico muito emocionada com os picos; eles me emocionam. Mesmo sendo jovem, lembro de me sentir realizada lá. Os últimos meses mudaram totalmente minha perspectiva de como quero viver minha vida: me concentrando em coisas essenciais e significativas. Para mim, isso é família e estar na natureza. Estou fazendo o melhor que posso para estar rodeada de vegetação o máximo possível.

Um destino que mais correspondeu ao hype

Amsterdã. Fiquei lá apenas alguns dias, mas economizei todas as minhas moedas para ir. Gostei da agitação, das bicicletas e de como parecia ser limpo e seguro. Adorei que as pessoas deixavam as portas abertas e não se preocupavam em serem roubadas. Além disso, Nova York é exatamente como você a imagina. Eu me senti como se estivesse em um filme – o vapor saindo das calçadas, todos os táxis amarelos… A cidade é tão vasta e tem muitos bolsões, então cada um pode encontrar sua própria área.

Descreva sua visão favorita

No extremo sul da Córsega, olhando para o Mar Mediterrâneo e o norte da Sardenha, e passando por seus parques regionais – de tirar o fôlego. Encontrei um riacho secreto nas montanhas, sem ninguém por perto, e não conseguia acreditar que fosse real.

O que você coloca na bolsa primeiro?

Vou dizer fones de ouvido, porque ouço música o tempo todo. O que estou ouvindo agora? Antes disso, era clássico, porque eu estava escrevendo e-mails – sempre que estou fazendo a parte administrativa, preciso estar focada, então pensei que uma sonata ajudaria. E eu sempre levo meus perfumes. Eu tenho alguns diferentes que eu passo em camadas – é o meu estilo.

Por qual caminho você mais viajou?

O trem de London Paddington para Cardiff Central para filmar Sex Education é minha rota mais usada durante quatro meses do ano. E de Londres a Paris no Eurostar – ainda sinto um frio na barriga quando chego nas duas pontas. Acho emocionante viajar para qualquer lugar; não é uma transação comercial para mim, mesmo que seja para trabalho. Adoro estar em movimento e usar minha liberdade para ir para um novo destino.

O hotel mais inteligente em que você já se hospedou?

Lacoste me levou a Paris para o Aberto de Tênis de Roland-Garros no ano passado e me hospedou no Brach por uma noite. Chorei quando entrei na sala porque nunca tinha visto nada parecido. Tinha um panorama de 360 graus da cidade, da torre Eiffel – o que foi maravilhoso porque eu estava começando a me preparar para o filme Eiffel – até o Sacré-Cœur.

Uma pessoa interessante que você conheceu no exterior?

Gostaria de ter viajado para o Peru e falado com um xamã nas montanhas, mas não viajei. Adoro os momentos intermediários em que você conversa com as pessoas – um motorista com a história de vida mais incrível ou alguém em um mercado que tem uma boa energia – e você se sente verdadeiramente conectado a eles naquele instante. Essas experiências são enriquecedoras e nutritivas.

Uma lembrança de um feriado na infância

Eu costumava visitar Devon todos os anos com minha família britânica do lado da minha mãe. Íamos para Budleigh Salterton em Sidmouth; algumas das minhas primeiras lembranças são de estar em uma praia de seixos com meus pais e irmãos. Pastéis da Cornualha vêm à mente – e pinheiros, passeios ao longo da costa, caravanas e muitos acampamentos.

Conte-nos sobre um ótimo lugar que você conhece

Há um restaurante em Belleville, Paris, chamado Le Grand Bain, que literalmente significa O Grande Banho. É um dos meus lugares favoritos. Eu sou vegana agora, então preciso voltar e ver se há alguma opção para mim, mas serve uma comida vegetariana excelente. São aperitivos franceses – sazonais, locais e frescos – com vinhos orgânicos naturais e uma atmosfera adorável.

A frase estrangeira que você usa com mais frequência?

Pode ser um palavrão? Eu digo joder – que é um palavrão comum em espanhol – o tempo todo porque uma das minhas melhores amigas é da Espanha. E há uma frase francesa, mêler l’utile à l’agréable, que significa unir o útil ao agradável, e acho que me resume muito bem. São os dois lados de mim: o lado prático, pragmático e de resolver problemas, e o lado agradável, curioso e faminto.

O que você gostaria de encontrar no seu mini-bar?

Não estou bebendo no momento, mas se estivesse, gostaria de cerveja de gengibre e vodca para fazer algum tipo de Moscow Mule. Se eles vierem em vidro, fico feliz. Qualquer coisa que não seja de plástico.

Como você relaxa?

Comecei a ler com mais frequência de novo, porque a universidade acabou com isso para mim por um tempo. Estou relendo O Morro Dos Ventos Uivantes; não é muito relaxante, mas estou prestes a interpretar Emily Brontë em um filme biográfico e quero voltar para aquele mundo gótico, setentrional e arenoso. E recentemente terminei 21 Lições Para o Século 21, de Yuval Noah Harari, que foi lindamente escrito. Eu também assisto documentários como Chef’s Table. Você precisa assistir o episódio de Jeong Kwan na Coreia do Sul. Ele é um monge budista incrível; a comida dele é tão calmante.


Fonte: Condé Nast Traveller
Tradução & Adaptação: Equipe Emma Mackey Brasil

Post arquivado em: 2020, Entrevista

A revista ELLE selecionou oito atrizes em ascensão que estamos prestes a ver em todos os lugares e Emma Mackey foi uma das selecionadas. Confira:

Foi uma grande embarcação que ajudou Emma Mackey a compreender seu mais recente marco de carreira: ganhar um papel importante na produção em escala épica de Morte no Nilo de Kenneth Branagh. “Eu surtei quando vi o barco – não pude acreditar que eles tinham feito um barco de verdade”, lembra ela. “Foi sublime.” A atriz francesa e inglesa fez seu nome na série Sex Education da Netflix, atualmente filmando sua terceira temporada, e também interpretará Emily Brontë em uma cinebiografia que está por vir. Particularmente perto de seu coração está Eiffel, seu primeiro filme francês, recém-concluído. “Era como voltar para casa, para minha terra natal, como uma mulher, uma adulta e um ser humano independente.”


Fonte: ELLE USA
Tradução & Adaptação: Equipe Emma Mackey Brasil

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"#eiffelLeFilm: paixão, a realização de um projeto louco, incrível, eterno, um símbolo. E esse amor inatingível. Um filme sólido, com uma interpretação muito justa e uma história dentro da história." twitter.com/salles_obscure…

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